Este livro, segundo Papert, é comprado em grande parte pelos pais.. aos filhos não suscita tanto interesse, por mim falo pois se visse este livro e não conhecesse o seu propósito, certamente nem iria dar qualquer tipo de importância.
De facto, agora que o li penso que é um livro que toda a gente deve ler..míudos e graúdos.. sem excepção..
Uma coisa interessante que o autor refere e que nem todos os pais seguem, é o facto de que os pais também devem ouvir os filhos e que logicamente tem que haver uma compreensão mútua..
Outra coisa muito engraçada que li foi que o autor refere neste capítulo exactamente o que a minha avó diz.. que não passa muito tempo com os netos principalmente com os mais velhos.
Então Papert dá algumas dicas sobre como os avós se "devem integrar" na vida dos netos:
- dando presentes, não em exagero mas uma coisa que seja útil;
- prestar atenção ao que os netos fazem;
- fornecer um aluno;
- estar em contacto;
- partilhar projectos;
- tornar-se adepto;
- adopte um neto, isto se as pessoas em questão não tenham um neto..
Reflectindo bem sobre este tema, penso que a tecnologia está muito presente nos nossos dias e que cada vez mais há pessoas de todas as idades a interessarem-se por ela..
Novos e velhos têm vontade de aprender, claro que uns têm mais facilidade em aprender que outros, mas é muito bom e engraçado ver que a nossa população, apesar de idosa ainda se interessa e tem "paciência" por aquilo que supostamente só os mais jovens dão importância!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A Família em Rede
Como é de conhecimento das professoras, deixei o blog para a 2ª época, pois também o meu trabalho ficou para esta fase. Assim sendo, e aceitando a proposta da professora Joana, resolvi ler mais aprofundadamente um capítulo do livro e escrever, mas sobretudo, reflectir sobre ele.
Escolhi então o capítulo V. Este capítulo fala da família e das tecnologias.. Hoje em dia é cada vez mais comum ver uma criança de 5/6 anos a saber trabalhar num computador, pois no meu entender (e também no entender de Papert), isto faz parte da dita Era da Mudança.
Papert refere-se muito neste capítulo ao conceito de cultura familiar. Para o autor este conceito define-se como "o modo como a família pensa sobre o que é a aprendizagem- as suas crenças, actividades preferidas e tradições que lhe estão associadas".
Esta ideia de cultura implica uma certa coerência e concordância, o que não quer dizer que todas as pessoas da família estejam de acordo sobre todos os assuntos.
No caso da minha família, penso que acontece isso.. por vezes deparamo-nos com o "choque de ideias". Mas tenho noção que este choque existe porque os meus pais ainda têm na consciência que são eles que têm a razão e não aceitam que os tempos evoluiram.
Em relação á era tecnológica, sinto que eles se interessam em aprender coisas novas e até conseguem mas também sinto que eles não aceitam que nós sabamos mais que eles! Afinal, eles são mais velhos e os pais e nós somos os mais novos e os filhos!
Escolhi então o capítulo V. Este capítulo fala da família e das tecnologias.. Hoje em dia é cada vez mais comum ver uma criança de 5/6 anos a saber trabalhar num computador, pois no meu entender (e também no entender de Papert), isto faz parte da dita Era da Mudança.
Papert refere-se muito neste capítulo ao conceito de cultura familiar. Para o autor este conceito define-se como "o modo como a família pensa sobre o que é a aprendizagem- as suas crenças, actividades preferidas e tradições que lhe estão associadas".
Esta ideia de cultura implica uma certa coerência e concordância, o que não quer dizer que todas as pessoas da família estejam de acordo sobre todos os assuntos.
No caso da minha família, penso que acontece isso.. por vezes deparamo-nos com o "choque de ideias". Mas tenho noção que este choque existe porque os meus pais ainda têm na consciência que são eles que têm a razão e não aceitam que os tempos evoluiram.
Em relação á era tecnológica, sinto que eles se interessam em aprender coisas novas e até conseguem mas também sinto que eles não aceitam que nós sabamos mais que eles! Afinal, eles são mais velhos e os pais e nós somos os mais novos e os filhos!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Capítulo I
Gerações
É certo que hoje a tecnologia está cada vez em mais em "voga" no mundo inteiro.. Papert fala mesmo em existir "um apaixonado caso de amor entre crianças e computadores". Os computadores, como tudo, traz beneficios e perigos.. por um lado os pais sentem-se orgulhosos de ver os filhos concentrados á frente de um, mas por outro,sentem que ao utilizarem um computador diariamente, comecem a ficar dependentes de uma máquina no sentido literal da palavra.. Penso que as crianças hoje em dia têm todo o tipo de tecnologia á sua disposição e tão perto de sim, que penso que é um disparate proibí-los de não tomarem com contacto com a tecnologia.. Claro que como tudo, tem que ser de uma forma gradual e não exagerada.. Falo por experiência própria, pois um dos meus irmãos interessa-se muito computadores e não o proibo de descobrir, mas faço questão de estar sempre ao lado dele, para prevenir qualquer problema..
Papert faz com que os leitores reflictam sobre a compreensão que os pais devem ter com os seus filhos, ou até mesmo na "ajuda mútua" que deve existir entre pais e filhos.. Fala também de uma aprendizagem de estilo familiar.. isto significa, citando o autor, que "os educadores, ao falarem acreca da forma como a aprendizagem ocorre, utlizam expressões como autodirigido, experencial, ou não-verbal" .
É certo que hoje a tecnologia está cada vez em mais em "voga" no mundo inteiro.. Papert fala mesmo em existir "um apaixonado caso de amor entre crianças e computadores". Os computadores, como tudo, traz beneficios e perigos.. por um lado os pais sentem-se orgulhosos de ver os filhos concentrados á frente de um, mas por outro,sentem que ao utilizarem um computador diariamente, comecem a ficar dependentes de uma máquina no sentido literal da palavra.. Penso que as crianças hoje em dia têm todo o tipo de tecnologia á sua disposição e tão perto de sim, que penso que é um disparate proibí-los de não tomarem com contacto com a tecnologia.. Claro que como tudo, tem que ser de uma forma gradual e não exagerada.. Falo por experiência própria, pois um dos meus irmãos interessa-se muito computadores e não o proibo de descobrir, mas faço questão de estar sempre ao lado dele, para prevenir qualquer problema..
Papert faz com que os leitores reflictam sobre a compreensão que os pais devem ter com os seus filhos, ou até mesmo na "ajuda mútua" que deve existir entre pais e filhos.. Fala também de uma aprendizagem de estilo familiar.. isto significa, citando o autor, que "os educadores, ao falarem acreca da forma como a aprendizagem ocorre, utlizam expressões como autodirigido, experencial, ou não-verbal" .
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Família em Rede

Este livro de Seymour Papert foi o escolhido para ser tratado durante este 1º semestre..Papert neste livro rompe um pouco com a ideia de falar apenas da escola, mas passa a falar também do ambiente familiar.
Papert dá ênfase ás relações interpessoais entre as pessoas que utilizam computadores.
Nesta obra, o autor sugere, aconselha..
Seymour Papert
Seymour Papert (nascido em 1 de Março de 1928 em Pretória, África do Sul) é um matemático e proeminente educador do MIT. Ele é o teórico mais conhecido sobre o uso de computadores na educação, tendo criado, na década de 1970, a linguagem de programação Logo, para crianças, quando os computadores eram muitos limitados, não existia a interface Windows nem a internet.
É um dos pioneiros da inteligência artificial, assim como inventor da linguagem de programação LOGO (em 1968).
Na educação, Papert cunhou o termo construcionismo como sendo a abordagem do construtivismo que permite ao educando construir o seu próprio conhecimento por intermédio de alguma ferramenta, como o computador, por exemplo.
Desta forma, o uso do computador é defendido como auxiliar no processo de construção de conhecimentos, uma poderosa ferramenta educacional, adaptando os princípios do construtivismo cognitivo de Jean Piaget a fim de melhor aproveitar-se o uso de tecnologias.
Em Dezembro de 2006 sofreu um grave acidente, quando foi atropelado por uma motocicleta em Bangkok, na Tailândia, onde estava como conferencista convidado de um congresso internacional.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Seymour_papert
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